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Child protection toolkit for schools | Manual on-line

fotoA Terre des Hommes International Federations é uma organização internacional que desenvolve e implementa projetos com vista à melhoria de vida de crianças e jovens de todo o mundo. O seu principal objetivo é que “as crianças em situação de vulnerabilidade acedam a um standard mínimo de serviços aos níveis nacional e transnacional”.

 Entre as várias publicações disponíveis da organização, encontra-se a Child protection toolkit for schools, que é dirigida a profissionais que trabalham em contexto escolar; não só professores, mas também psicólogos escolares, assistentes sociais, animadores socioculturais, auxiliares de educação e profissionais com responsabilidades no que concerne a segurança das crianças no espaço escolar; bem como os pais- sendo ou não membros de associações de pais.

 Este manual inclui um guia para implementação de standards mínimos de proteção à infância nas escolas e apresenta linhas orientadoras para estabelecer e promover o papel da escola na comunidade.

 O Child protection toolkit for schools está disponível on-line, em inglês, aqui

Para mais informações sobre esta organização, consulte o seu site geral, o site europeu ou o facebook

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Violência Doméstica | Manual para Educadores

O Manual Para Educadores de Infância – Crianças expostas à violência doméstica, conhecer e qualificar as respostas da comunidade é uma publicação da Câmara Municipal de Cascais e do Forum Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica (2007), adaptada da publicação original Children Exposed to Domestic Violence.

@s Educadores de Infância (e professor@s de 1º Ciclo) pertencem a uma classe profissional que maior contato tem com as crianças: permanecem horas em interação direta e constante com elas. Dessa forma, estão aptos para reconhecer alterações comportamentais, ou de outro âmbito, que possam ser indiciadoras que alguma coisa se passa com a criança e que, eventualmente, ela possa estar a ser vítima de maus tratos, entre eles a exposição a violência doméstica.

A exposição a violência doméstica é um tipo de mau trato psicológico que provoca um enorme sofrimento na criança, não só pelo medo que ela tem por si, mas também pel@ progenit@r abusad@. A par do abuso psicológico, a violência doméstica está frequentemente associada a outros tipos de mau trato, como seja o mau trato físico: por vezes a criança serve de “escudo” entre @s progenit@res. Está também associada à negligência: uma mãe violentada (ou pai) encontra-se frequentemente em estado depressivo, o que a impede de satisfazer as necessidades da criança; e/ou estar tão fragilizada emocionalmente, em que o medo é o sentimento mais presente, que não é capaz de proteger a criança dos maus tratos físicos que o abusador também lhe inflige.

No Manual para Educadores de Infância encontramos algumas definições importantes para melhor compreender a temática da violência doméstica e o impacto que tem na criança, nomeadamente os sinais e sintomas de alerta que ela emite e que @s profissionais (educador@s e tod@s aqueles que trabalham com crianças) devem estar atent@s e valorizar. Quando as crianças estão em sofrimento apresentam, frequentemente, alterações comportamentais. Neste manual são-nos apresentadas algumas estratégias para lidar essa questão.

São também apresentadas algumas orientações para @ educad@r lidar com o progenit@r abusad@. Contudo, caso se tome a decisão de falar com @ progenit@r abusad@, é conveniente preparar muito bem esse encontro, pois pode tornar-se num momento particularmente sensível, pelo que outras orientações – além das apresentadas neste manual – deverão ser consideradas. Essa questão será desenvolvida num outro artigo.

Um aspeto muito importante e retratado neste manual, é a revelação da criança sobre a o que se passa na sua casa. Por ser um cenário passível de acontecer, quanto mais não seja por @ educad@r ser, frequentemente, a pessoa de referência da criança e a quem ela se sente segura em confidenciar o seu segredo; é fundamental que @ profissional responda e aja adequadamente perante essa revelação da criança.

E porque, tendo conhecimento (ou apenas a suspeita) de que uma criança é vítima de maus tratos, @ profissional (e qualquer cidadão), deve tomar providências. Assim, são apresentadas algumas diretrizes para concretização da denúncia aos serviços competentes.

Em anexo são apresentados alguns panfletos – muito simples de elaborar – e que devem fazer parte da documentação d@ educad@r/profess@r.

O manual encontra-se para download em vários sites, como no site da Câmara Municipal de Cascais (aqui) ou na Direção Regional de Educação de Lisboa (aqui)

 

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