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Sobre a autora

Nome: Leonor Brito

Experiência Profissional: Técnica Cooptada em Comissão de Proteção de Crianças e Jovens; Formadora; Coordenadora de Centro de Acolhimento Temporário (0-12 anos); Educadora em Centro de Acolhimento de Emergência (12-18 anos, rapazes); Educadora de Infância (0-5 anos).

Formação académica: Pós-Graduação em Psicologia Comunitária e Proteção de Menores (ISCTE); Cursos avançados na área dos maus tratos na infância e juventude (ISPA); Licenciatura em Educação de Infância (ESEAG)

Áreas de particular interesse: Tipologias de maus tratos; acolhimento institucional; intervenção nos maus tratos; homoparentalidade.

A minha biblioteca pessoal, fonte de inspiração: Goodreads

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4 responses to “Sobre a autora

  1. Catarina

    17 de Fevereiro de 2014 at 16:13

    Parabéns pelos conteúdos expostos no blog. Efetivamente um recurso bastante útil para quem se interessa pela área ” A criança em risco”.

     
  2. Maria joao

    23 de Fevereiro de 2013 at 0:27

    Como psicóloga e mestranda em psicologia forense a minha tese versa exactamente a justiça e as crianças. Permitam-me que dê uma ajuda à su?
    Parece-me que a Su é uma pessoa muito próxima – não sei se a pessoa com quem o Pai refez a sua vida. Actualmente as responsabilidades parentais são na maioria dos casos atribuidas aos dois progenitores, caso não haja impossibilidade, incumprimentos ou “alienação parental”. Quandos os Pais se divorciam os filhos NAO se devem divorciar dos pais :- São sempre infelizemnte as crinaçs que sofrem e que são as armas de arremesso. Tente que essa pessoa próxima, de uma fome correcta e cordial fale com a Mãe da criança em questão e possam os dois estar com a crinça SEM NUNCA lhes diserem mal um do outro. Acima de tudo protejam as crianças🙂 Caso contrário os legisladores vºao sempre ter em conta o superior interesse da criança e muito bem e se estar com o Pai for prejudicial para o normal desenvolvimento da criança …. não é bom.
    Boa sorte e ajude essa criança🙂

     
  3. Su

    20 de Novembro de 2011 at 22:09

    Um blog muito util para quem se interessa pelos direitos das crianças.Infelizmente tenho um caso muito próximo em que a mãe da criança abusa do direito de mãe…acha-se dona da criança e não deixa conviver com o pai.
    Não me conformo com esta situação. Quem está de fora não consegue fazer nada a não ser apoair o pai a lutar pela filha e pelos direitos que a filha tem em estar com o pai. É muito triste e revoltante ver que estas mães ou pais saiem impunes ás suas atitudes para com a criança. Embora não seja um mau trato directo, na minha opinião é um mau trato psicológico.

     
    • Maus Tratos na Infância

      20 de Novembro de 2011 at 23:23

      Obrigada pelo comentário Su.
      Quanto à situação que descreve, e caso o afastamento imposto pela mãe não seja uma forma de proteção da criança (física, emocional,…), contempla uma situação de abusos emocionais, na medida em que a criança é privada de manter uma relação com o seu pai; e, no caso de estarem reguladas as responsabilidades parentais, concerteza está a incorrer um incumprimento. Dessa forma, vários são os serviços disponíveis que podem apoiar esse pai e essa família na resolução dos seus conflitos e, acima de tudo, na resolução saudável e promotora de um desenvolvimento saudável para a criança. No que concerne aos serviços de proteção não necessita ser a própria pessoa a contatá-los, qualquer pessoa, suspeitando que uma criança é vítima de maus tratos, pode (e deve) solicitar intervenção.

       

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